segunda-feira, 3 de agosto de 2009

A massa, representada nas folhas dos jornais...


Já não é de hoje que os novos formatos de jornal se popularizam ganhando um número cada vez maior de leitores. Criados para a classe Z, os periódicos parecem ter nascido com o objetivo de deixar as pessoas ainda mais ignorantes. Eles possuem uma gramática própria. Um vocabulário específico. Tão diferente, que apresentam uma seção com as "palavras difíceis encontradas na edição". Será que estamos bem no meio de uma revolução popular da língua portuguesa?

Mas a discussão aqui não é a desvalorização do português. De forma alguma pretendo lutar contra os jornais que já se tornaram tão populares! Ao contrário disto, pretendo divulgar o que eles oferecem de mais incrível! Acreditem, o conteúdo é ainda mais fantástico que a capa. Manchetes criativas com trocadilhos de duplo sentido, fotos provocantes e apelativas e claro, muito sangue. Algumas histórias parecem crônicas criadas para esquentar um pouco aquela semana pacata ou bucólica.

Resumindo a história, a intenção é rir um pouco, sempre que possível, da criatividade dessa nova safra de jornalistas, publicitários, criativos e o que quer que sejam os responsáveis por essas magníficas pérolas. É bom lembrar que isso aqui não é um blog de humor negro! Não pretendo rir de nenhuma desgraça. Não quero fazer chacota com a tormenta alheia. A graça está no formato. Na construção linguística. No modus operandis de quem escreve jornal para quem quer molho pardo e saliência no caminho de casa até o trabalho. Rapidinho!

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